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Policia Civil prende foragido da justiça condenado por roubo

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201701062Mayron foi condenado pelo crime de roubo e estava foragido da Justiça há quase 3 anos e foi preso em via publica em Macapá.

Agentes do Núcleo de Operações em Inteligência (NOI) da Polícia Civil do Amapá prenderam no início da tarde desta quarta-feira, 4, Mayron Sousa de Souza, 23 anos. Mayron foi condenado pelo crime de roubo e estava foragido da Justiça há quase 3 anos e foi preso em via publica no bairro Jardim Felicidade II, zona norte de Macapá.

De acordo com o delegado Alan Moutinho, do NOI, Mayron Souza estava foragido da Justiça desde 2014 e foi condenado pelo crime de roubo em 2012. Mayron e mais 5 pessoas teriam praticado um assalto e feito reféns em uma churrascaria localizada no bairro Pacoval, em Macapá, na madrugada do dia 21 de julho de 2012. Eles adentraram no estabelecimento, abordaram as vítimas e levam dinheiro, jóias e pertences pessoais. À época todos foram presos.   

“No momento da prisão, Mayron estava conduzindo uma bicicleta em via pública no bairro Jardim II, ele estava com a prisão preventiva decretada pela justiça desde 2014 e era considerado foragido. Ele descumpriu determinação judicial. Sabemos que ele estava na cidade de Manaus e teria chego recentemente em Macapá. Foi capturado e agora será reconduzido ao IAPEN e colocado à disposição da justiça”, explicou Moutinho

À época do Crime, Mayron Sousa de Souza e os cincos envolvidos no roubo foram presos e partes dos objetos levados recuperados pela polícia. Mayro foi condenado e estava respondendo processo em liberdade, porém teria deixado de cumprir obrigações estabelecidas pela justiça do Amapá.

 

Notícias em destaques

No dia 26 de julho do corrente ano, o Departamento de Policia do Interior prendeu em flagrante delito no município de Tartarugalzinho três indivíduos pela prática do crime de furto de gado. Por ocasião da prisão foram apreendidas 48 (quarenta e oito) reses de bubalinos que foram furtadas de fazendas da região.

O Delegado Sandro Torrinha que preside as investigações autuou ainda os infratores pelo crime de associação criminosa, vez que conseguiu provas nos autos de Inquérito que os indivíduos estavam consorciados para prática reiterada de furtos de búfalos na região, inclusive a associação criminosa era chefiada pelo pai dos demais membros.

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